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13/10/2014
09/10/2014
Livro De: Pastor A: Pastor - Resumo Primeiro Capítulo
Em um tempo não muito distante, quando uma jovem se candidatava para se casar com um pastor, isso era como um passaporte para um casamento feliz. Hoje, casar-se com um pastor é um contrato de risco. Há muitos pastores que são um fenômeno no púlpito, mas têm um desempenho pífio dentro de casa. São amáveis com as ovelhas e truculentos com a esposa. Há muitos pastores em crise no casamento. Há muitos filhos de pastor revoltados e até decepcionados com a igreja.Estou convencido de que a crise moral que assola a nação respinga na igreja e reflete a crise moral também presente no ministério. Uma pesquisa feita recentemente no Brasil apontou os políticos, a policia e os pastores como as três classes mais desacreditadas do Brasil. Estamos vivendo uma inversão de valores. Estamos vivendo uma crise de integridade. Aqueles que deveriam ser os guardiões da ética tropeçam nela. Aqueles que deveriam ser o paradigma de uma vida ilibada estão se imiscuindo em vergonhoso escândalo.
Minha percepção é que os pastores estão sob sérios perigos e quero a seguir destacar alguns:
HÁ PASTORES NÃO CONVERTIDOS NO MINISTÉRIO
É doloroso que alguns daqueles que se levantam para pregar o evangelho aos outros não tenham sido ainda alcançados por esse mesmo evangelho. Há quem pregue arrependimento sem jamais tê-lo experimentado. Há quem conduza os perdidos à salvação e ainda está perdido (Mt 7.21-23).
HÁ PASTORES NÃO VOCACIONADOS NO MINISTÉRIO
O sentido da vocação é um dos sentidos superiores do homem. É o sentido que leva a realizar com desinteresse e denodo as maiores empresas. Nos momentos sombrios, proporciona-lhe luz; nos transes difíceis, incute-lhe novo ânimo.
Há muitos pastores que jamais foram chamados por Deus para o ministério. Eles são voluntários, mas não vocacionados. Entraram pelos portais do ministério por influências externas, e não por um chamado interno e eficaz do Espírito Santo. Foram motivados pela sedução do status ministerial ou foram movidos pelo glamour da liderança pastoral, mas jamais foram separados por Deus para esse mister.
HÁ PASTORES PREGUIÇOSOS NO MINISTÉRIO
É lamentável que haja aqueles que abraçam a mais sublime das vocações e sejam relaxados no exercício. É lamentável que haja pastores que têm as mãos frouxas na mais importante e urgente das tarefas. É incompreensível que alguns que exerçam um trabalho que os anjos gostariam de fazer sejam remissos e lerdos na obra.
Paulo diz que aqueles que aspiram ao episcopado, excelente obra almejam (1Tm 3.1).
Há pastores que dormem muito, trabalham pouco e querem todas as recompensas. Estão atrás do bônus, mas não querem o ônus. Querem os lauréis, jamais a fadiga. Querem as vantagens, jamais os sacrifício. É triste perceber que muitos pastores não suam a camisa, não arregaçam as mangas, não trabalham a ponto da exaustão. São obreiro relaxados, pastores de si mesmos, que apascentam a si mesmos, em vez de pastorear o rebanho.
HÁ PASTORES GANANCIOSOS NO MINISTÉRIO
Há pastores que estão mais interessados no dinheiro das ovelhas do que na salvação delas. Há pastores que negociam o ministério, mercadejam a palavra e transformam a igreja em um negócio lucrativo. Há pastores que organizam igrejas como uma empresa particular, onde prevalece o nepotismo. Transformam o púlpito em balcão, o evangelho em um produto, o templo em uma praça de negócios, e os crentes em consumidores. São obreiros fraudulentos, gananciosos, avarentos e enganadores. São amantes do dinheiro e estão embriagados pela sedução da riqueza.
HÁ PASTORES INSTÁVEIS EMOCIONALMENTE NO MINISTÉRIO
Há pastores doentes emocionalmente no exercício do pastorado. Deveriam estar sendo pastoreados, mas estão pastoreando. Deveriam ser cuidados, mas estão cuidando dos outros. Deveriam estar sendo tratados emocionalmente, mas estão orientando outros.
As igrejas precisam ser mais criteriosas no envio de candidatos aos seminários.
HÁ PASTORES COM MEDO DE FRACASSAR NO MINISTÉRIO
O medo é mais que um sentimento, é um espírito. Paulo escreve a Timóteo, dizendo que Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação (2Tm 1.7).
Há pastore com medo de fracassar no púlpito, no aconselhamento e na administração. Há pastores com medo de relacionar-se com sua liderança e com medo da opinião do povo. Há pastores que agem como jabuti, pois se encolhem debaixo de uma casca grossa, pensando que essa falsa blindagem os protegerá de decepções.
O fracasso só é fracasso quando você não aprende com ele. O fracasso precisa ser pedagogo, e não cativeiro. O fracasso não dura para sempre. Quando Deus é o parceiro de seus sonhos, ouse sonhar grande e até correr riscos.
HÁ PASTORES CONFUSOS TEOLOGICAMENTE NO MINISTÉRIO
A igreja evangélica brasileira vive um fenômeno estranho. Estamos crescendo explosivamente, mas ao mesmo tempo estamos perdendo vergonhosamente a identidade de evangélicos. O que na verdade está crescendo em nosso país não é o evangelho, mas outro evangelho, um evangelho híbrido, sincrético e místico. Vemos prosperar nessa terra uma igreja que se diz evangélica, mas que não tem evangelho. Prega sobre prosperidade, e não sobre salvação. Fala de tesouros na terra, e não de tesouros no céu.
Nessa babel de novidades no mercado da fé, identificamos alguns tipos de pastores:
Primeiro, há pastores que são mentores de novidades.
São pastores marqueteiros. Quando um pastor entra por esse caminho, precisa ter muita criatividade, pois uma novidade é atraente por algum tempo, mas logo perde seu impacto. Aí é preciso inventar outra novidade. É como chiclete. No começo você mastiga, ele é doce, mas depois você começa a mastigar borracha.
Segundo, há pastores que são massa de manobra.
São pastores sem rebanho que estão a serviço de causas particulares de obreiros fraudulentos.
Terceiro, há pastores que deliberadamente abandonaram a sã doutrina.
Muitos pastores inexperientes, discipulados por esses mestres do engano, abandonam o caminho da verdade e se capitulam à heresia. É importante afirmar que o liberalismo é um veneno mortífero. Aonde ele chega, mata a igreja. Há muitas igrejas mortas na Europa, na América do Norte e, agora, há igrejas que estão flertando com esse instrumento de morte também no Brasil. Não temos nenhum registro de um liberal que tenha edificado uma igreja saudável. Não temos nenhum registro de um liberal que tenha sido instrumento de Deus para um grande reavivamento espiritual.
Quando, uma igreja chega ao ponto de abandonar sua confiança na inerrância e suficiência da Escrituras, se destino é caminhar rapidamente para a destruição.
HÁ PASTORES DESPÓTICOS NO MINISTÉRIO
Há pastores que governam o povo com rigor desmesurado. Agem com truculência e despotismo com as ovelhas de Deus. Dominam o povo com autoritarismo. Tripudiam sobre aqueles que questionam o seu modelo.
HÁ PASTORES SENDO VÍTIMAS DE DESPOTISMO NO MINISTÉRIO
Há pastores que são reféns de líderes e manipuladores. Esses líderes alimentam a síndrome de donos da igreja. Esses pseudolíderes tratam o pastor como se ele fosse um empregado que devesse estar debaixo do jugo deles.
HÁ PASTORES ILUDIDOS NO MINISTÉRIO
O ministério não é um mar de rosas, mas um campo de lutas renhidas. Quem entra no ministério precisa estar consciente de que há oposição de fora e pressão por dentro. Há batalhas externas e internas. Há conflitos suscitados pelo inimigo, e guerras travadas pelos irmãos.
Ser pastor é a arte de engolir sapos e vomitar diamantes. Ser pastor é estar disposto a investir a vida na vida dos outros sem receber o devido reconhecimento. Charles Spurgeon dizia para os seus alunos: “Filhos, se a rainha da Inglaterra vos convidar para serdes embaixadores em qualquer lugar do mundo, não vos rebaixeis de posto, deixando de serdes embaixadores do céu”. Hoje, vemos muitos pastores deixando o ministério para serem vereadores, deputados ou senadores da República. Trocam o seu direito de primogenitura por um prato de lentilha.
HÁ PASTORES COM O CASAMENTO DESTRUÍDO NO MINISTÉRIO
Há pastores que vivem de aparência. Pregam sobre casamento, mas estão com o matrimônio destruído. Aconselham casais, mas não aplicam os mesmos princípios ao seu próprio relacionamento conjugal. Há pastores que pregam uma coisa e praticam outra. São amáveis com os outros e amargos com a esposa. São tolerantes com as ovelhas e implacáveis com os filhos. Há pastores que são anjos no púlpito e demônios dentro do lar. Se o pastor não é benção dentro da sua casa, será um fracasso em público.
HÁ PASTORES DESCONTROLADOS FINANCEIRAMENTE NO MINISTÉRIO
O que autentica o trabalho do pastor no púlpito, no gabinete pastoral e nas demais áreas do ministério é sua integridade moral, sua piedade pessoal e sua responsabilidade administrativa. O ministro precisa ser um homem irrepreensível. Sua reputação precisa ser imaculada. Ele precisa ter bom testemunho dos de fora (1Tm 3.7).
O pastor não pode ser um homem envolvido com dívidas, enrolado financeiramente, irresponsável com os seus compromissos financeiros. Ele não pode viver de aparências. Não pode querer ostentar um padrão de vida acima de suas condições financeiras.
Há muitos pastores que perderam a credibilidade no pastorado pela inabilidade de gerenciar suas finanças. Há pastores sem crédito na praça. Há pastores que pegam emprestado e não pagam. Há pastores que são infiéis na administração financeira, começando com a retenção do dízimo de Deus. Quando um pastor sonega o dízimo de Deus, perde a autoridade para ensinar o povo sobre fidelidade.
HÁ PASTORES QUE PECAM NO MINISTÉRIO
Um ministro infiel é pior do que um incrédulo. Charles Spurgeon dizia que um ministro sem piedade é o maior agente do diabo em uma igreja.
Os pecados do pastor são mais graves, mais hipócritas e mais devastadores do que o pecado das demais pessoas. Mais graves, porque o pastor peca com maior conhecimento; mais hipócritas, porque o pastor denuncia o pecado em público e pratica em secreto; e mais devastadores, porque, quando o pastor peca, mais pessoas ficam escandalizadas.
É tempo da a igreja orar pelos pastores! É tempo de os pastores botarem a boca no pó e clamarem a Deus por uma visitação do céu e um tempo de restauração.
Resumo do primeiro capítulo do livro do Rev. Hernandes Dias Lopes, "De: Pastor A: Pastor", ed. HAGNOS
Fonte: Rodrigo Fontana
18/10/2012
Fomos Chamados Para Frutificar
"Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo
contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis
fruto, e o vosso fruto permaneça; afim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em
meu nome, ele vo-lo conceda." João 15: 16.
Introdução
A igreja exerce um papel profético. Embora enfrente
crises e obstáculos, tem a grandiosa promessa de Jesus: “Eis que estou
convosco”. Seu grande desafio é permanecer firmada em Jesus, a fim de dar
fruto, Jo 15: 5.
Para que os planos e estratégias da Igreja sejam bem-sucedidos, cada crente
precisa entender que não foi chamado para viver dentro das quatro paredes do
templo. Ele precisa ser o sal da terra e a luz do mundo, pregar contra o pecado
e ter uma vida frutífera, Mt 5: 13 e 14. Este é nosso tema de hoje.
CHAMADOS PARA FRUTIFICAR
Na alegoria de João 15: 1-27, Jesus se apresenta
como sendo a “videira verdadeira”. Seus discípulos são os ramos e só frutificam
se estiverem ligados a Ele, fonte verdadeira de vida. Nesse processo divino,
todo ramo que não dá fruto é cortado e lançado fora; e todo aquele que dá fruto
requer um cuidado especial, para que frutifique ainda mais, v. 2.
A vida de frutificação pregada por Jesus precisa ser vista como base de
crescimento e maturidade da Igreja. Deus não está interessado em salvar o
pecador simplesmente para usufruir de suas bênçãos. Ele requer de cada cristão
uma vida frutífera.
a) O chamado é para
todos. Não são apenas alguns que precisam santificar suas
vidas, orar, pregar a Palavra, etc. Todos os salvos têm os mesmos compromissos
diante de Deus. Quando o Senhor voltar para buscar sua Igreja, pedirá contas a
todos, 2 Co 5: 10.
b) O compromisso é pessoal, Jo.15: 4. Jesus atribui a cada cristão a missão de trabalhar
pelo crescimento da igreja. Essa individualidade implica compromisso pessoal e
envolvimento diário por parte de cada um de nós, como um corpo bem ajustado, 1
Co 12: 12.
TRABALHANDO OS TALENTOS
Deus jamais exigiria de um cristão uma vida de
frutificação sem antes prover os recursos necessários para o trabalho. Se não
fosse assim, poderíamos nos escusar quando o Senhor viesse para ajustar as
contas com sua igreja. A parábola dos talentos, narrada em Mt 25: 14-30,
ilustra esta verdade. A história diz que certo homem ausentou-se de sua terra e
entregou seus bens a seus servos, para serem trabalhados com disposição,
seriedade e coragem. O que nos ensina esta passagem?
a) Talento gera
talento. O homem que recebera cinco talentos ganhou com eles
outros cinco; o que tinha dois granjeou outros dois, w. 20 e 22. A diligência
levou à multiplicação. Então, se talento gera talento, poe-se dizer que ovelha
gera ovelha. Para tanto, cada crente precisa colocar suas aptidões cristãs a
serviço do Reino de Deus. É maravilhoso saber que quando usamos nossos talentos
e dons na obra de Deus, a Igreja é favorecida e abençoada.
b) Frutificar
requer esforço e trabalho. Os servos se esforçaram para que os talentos se
multiplicassem. Trabalharam com seriedade, porque sabiam que seu senhor haveria
de voltar a qualquer momento e pediria contas dos bens. Aquele que recebeu um
talento nada fez para que o valor recebido fosse multiplicado; sequer o
entregou aos banqueiros, v. 27.
Na vida espiritual também é assim. Nada acontece sem que haja esforço, empenho,
disposição e amor. O Senhor disse a Josué: "Esforça-te, e tem bom
ânimo…" Js 1: 9.
O PERIGO DE UMA VIDA
INFRUTÍFERA
Para ilustrar este ponto, vamos à parábola da
figueira estéril, Lc 13: 6-9. Aprendemos as seguintes lições:
a) Fidelidade e
privilégios. O Judaísmo foi comparado por Jesus a uma figueira
infrutífera. Esperava-se que entre o povo escolhido houvesse fé, devoção,
contrição e santidade. No entanto, havia apenas formalismo religioso e pecados
ocultos. Deus não queria folhas, mas frutos. Deus exige fidelidade proporcional
às aptidões espirituais que Ele nos concede.
b) Uma igreja
infrutífera. Qual não foi a decepção do senhor da vinha que,
durante três anos, não pôde encontrar um fruto sequer em sua plantação. O povo
escolhido não estava correspondendo ao chamado de Deus. Por isso, estava sendo
infrutífero em suas realizações, como uma planta que ocupa a terra inutilmente,
v. 7. Muitas igrejas hoje assemelham-se ao Israel daquela época. A cada ano
Deus tem procurado frutos, mas nada tem encontrado.
CONCLUSÃO
Assim como a figueira, o cristão infrutífero na
vida espiritual corre o risco de ser cortado. O que contribuiu para que a
figueira infrutífera não fosse cortada foi a pronta e amorosa atitude do
vinhateiro, Lc 13: 8, 9. No entanto, nada se sabe sobre o seu o seu fim. Mas,
uma coisa é certa, ela teve a oportunidade de continuar plantada, para
apresentar os frutos ao seu senhor.
Deus tem dado a cada crente muitas oportunidades de se envolver com o
crescimento da igreja. Vamos aproveitá-las e, com muita dedicação, fazer a obra
do Senhor.
Autor: Pastor Josias Moura
Adaptações Pr. Deferson Feitosa
08/09/2012
O Prazer De Deus em Seu Filho
Este é o meu Filho amado de quem me agrado.Mateus 17:5
Introdução
Nós
estamos começando uma nova série de mensagens hoje que, se Deus quiser, irá até
o domingo de Páscoa, dia 19 de Abril. Então, eu gostaria de começar explicando
como eu fui movido a desenvolver esta série.
Ver é
Tornar-se
Quando se
trata do entendimento de o que deve acontecer no ato da pregação, eu sou guiado
por vários textos bíblicos, especialmente 2 Coríntios 3:18:
E todos
nós, que com a face descoberta contemplamos a glória do Senhor, segundo a sua
imagem estamos sendo transformados com glória cada vez maior, a qual vem do
Senhor, que é o Espírito.
Eu
acredito que este texto nos ensina que uma das maneiras em que somos
transformados progressivamente à semelhança de Cristo é olhando para sua
glória. “Todos nós, que com a face descoberta contemplamos a glória do Senhor,
segundo a sua imagem estamos sendo transformados.” A maneira de tornar-se mais
e mais como o Senhor é fixar seu olhar em sua glória e mantê-lo em foco.
Nós
cantarolamos a música que escutamos. Nós falamos como os nossos amigos. Nós
pegamos as manias dos nossos pais. E nós, naturalmente, tendemos a imitar
aqueles que mais admiramos. E do mesmo jeito é com Deus. Se nós fixarmos nossa
atenção nele e mativermos sua glória em foco, nós seremos transformados de glória
em glória, à sua semelhança. Se os adolescentes tendem a usar o mesmo penteado
que os artistas que eles admiram, do mesmo modo Cristãos tenderão a formar seu
caráter como o Deus que eles admiram. Nesse processo espiritual ver não é
apenas crer; ver é tornar-se.
A
Pregação Como a Revelação da Glória de Deus
A lição
que eu tiro disso para a pregação é que em grande parte ela deve ser a
revelação da glória de Deus, porque o objetivo da pregação é transformar as
pessoas à selhança de Cristo. Eu acho que isto bate com a visão de Paulo sobre
a pregação porque apenas quatro versículos depois, em 2 Coríntios 4:4, ele
descreve o conteúdo de sua pregação como “a luz do evangelho da glória de
Cristo, que é a imagem de Deus.” E logo depois, no versículo 6, ele o descreve
um pouco diferente como a “iluminação do conhecimento da glória de Deus na face
de Cristo.”
Então, de
acordo com Paulo, a pregação é um meio de se iluminar corações obscurecidos de
homens e mulheres.
No
versículo 4 a luz é chamada de “luz do evangelho”, e no versículo 6 a luz é
chamada de “luz do conhecimento”.
No
versículo 4 o evangelho é o evangelho da glória de Cristo, e no versículo 6 o
conhecimento é o conhecimento da glória de Deus. Portanto, nos dois versículos
a luz transmitida para dentro do coração é a luz da glória – a glória de Cristo
e a glória de Deus.
Mas estas
não são realmente duas glórias diferentes. No versículo 4 Paulo diz que é a
glória de Cristo, que é a imagem de Deus. E no versículo 6 ele diz que a glória
Deus está na face de Cristo. Portanto a luz transmitida na pregação é a luz da
glória, e pode-se referir a esta glória como a glória de Cristo que é a imagem
de Deus, ou a glória de Deus perfeitamente refletida em Cristo.
A
pregação é a revelação ou a demonstração ou a exibição da glória divina ao
coração de homens e mulheres ( 4:4-6), de maneira que pela contemplação desta
glória eles sejam transformados à semelhança do Senhor com glória cada vez
maior (3:18).
Conhecimento
Pela Própria Experiência
Esta não
é uma construção artificial ou meramente intelectual. Ela é precisamente o que
eu conheço como verdade por minha própria experiência (como muitos de vocês
também sabem!): Ver Deus como ele realmente é tem se provado, vez após vez, uma
força poderosa e constrangedora motivando-me em minha busca por santidade e
alegria nele.
Você e eu
sabemos por experiência própria que o conflito principal na alma humana é entre
duas glórias – a glória do mundo e todos os breves prazeres que ele pode
oferecer, contra a glória de Deus e todos os prazeres eternos que ela pode
oferecer. Estas duas glórias competem pela fidelidade, admiração e deleite dos
nossos corações. E o papel da pregação é demonstrar, descrever, retratar e
exibir a glória de Deus de um modo que sua excelência e valor superiores
brilhem no seu coração para que você seja transformado com glória cada vez
maior.
O Desafio
Perante o Pregador
Isso
significa que como um pregador eu sou, continuamente, confrontado com a
questão: Como eu posso retratar da melhor maneira a glória de Deus de modo que
o máximo de pessoas a verá e será transformado por ela? Enquanto eu me fazia
esta pergunta no retiro, duas semanas atrás, uma nova resposta veio à minha
mente.
Eu estava
lendo novamente parte de “A vida de Deus na alma do homem” (The Life of God
in the Soul of Man) de Henry Scougal. Ele fez esse intrigante comentário:
“O valor e a excelência de uma alma devem ser medidos pelo objeto do seu amor”
(p. 62). Aquilo me bateu como uma grande verdade. E me veio o pensamento que se
é verdade para o homem, como Scougal sugeriu, certamente é também verdade para
Deus: “O valor e excelência da alma de DEUS deve ser medido pelo objeto de seu
amor”.
Eu então
procurei nas Escrituras por vários dias todos os lugares que nos dizem o que é
que Deus ama, em que ele se alegra, se deleita, se agrada e se regozija. O
resultado é um plano para pregar 13 messagens entituladas “Os prazeres de
Deus”.
Então é
minha oração, e eu espero que você a fará sua oração, que ao ver os objetos do
prazer de Deus nós veremos a excelência e o valor de sua alma; e ao vermos sua
glória nós seremos transformados com glória cada vez maior à sua semelhança; e
ao sermos transformados à sua semelhança nós confrontaremos essa cidade, e os
povos inalcançados da Terra, com um testemunho vivo de um Salvador grande e
irresistivelmente atraente. Que o Senhor se agrade em nos mandar um grande
reavivamento de amor, santidade e poder enquanto nós olhamos para ele e oramos
seriamente durante as próximas 13 semanas.
Exposição
Para
retratar o valor da alma de Deus no objeto do seu amor nós devemos começar do
início. A primeira e mais fundamental coisa que podemos dizer sobre os prazeres
de Deus é que ele tem prazer em seu Filho. Eu vou tentar desenrolar esta
verdade em 5 afirmações.
1. Deus
tem prazer em seu Filho.
Em Mateus
17 Jesus leva Pedro, Tiago e João a uma montanha. Quando eles estão sozinhos
algo completamente surpreendente acontece. De repente Deus dá a Jesus uma
aparência de glória. Versículo 2: “Sua face brilhou como o sol, e suas roupas
se tornaram brancas como a luz.” Depois, no versículo 5 uma nuvem
resplandecente os envolve e Deus fala da nuvem: “Este é o meu Filho amado de
quem me agrado. Ouçam-no!”
Primeiro,
Deus dá aos discípulos um breve lampejo da verdadeira glória celestial de
Jesus. Isto é o que Pedro diz em 2 Pedro 1:17 – “[Cristo] recebeu honra e
glória da parte de Deus Pai.” Daí Deus revela seu coração pelo Filho e diz duas
coisas: “Eu amo meu Filho” (“Este é o meu Filho amado”) e “eu tenho prazer em
meu filho” (“de quem me agrado”).
Ele diz
isso em uma outra ocasião: no batismo de Jesus, quando o Espírito Santo desce e
unge Jesus para o seu ministério, significando o amor e o apoio do Pai – “Este
é o meu Filho amado de quem me agrado.”
E no
evangelho de João, Jesus fala várias vezes sobre o amor do Pai por ele: por
exemplo, João 3:35, “O Pai ama o Filho e entregou tudo em suas mãos.” João
5:20, “O Pai ama o Filho e lhe mostra tudo o que faz.”
(Veja também Mateus 12:18 onde Mateus cita Isaías 42:1 em referência a Jesus: “Eis o meu servo, a quem escolhi, o meu amado, em quem tenho prazer.” A palavra hebraica traduzida como ‘tenho prazer’ é ratsah, e significa ‘deileitar-se.’)
(Veja também Mateus 12:18 onde Mateus cita Isaías 42:1 em referência a Jesus: “Eis o meu servo, a quem escolhi, o meu amado, em quem tenho prazer.” A palavra hebraica traduzida como ‘tenho prazer’ é ratsah, e significa ‘deileitar-se.’)
Então
nossa primeira afirmação é que Deus Pai ama seu Filho, não com auto-negação,
misericórdia sacrificial, mas com o amor de deleite e prazer. Ele se agrada de
seu Filho. Sua alma deleita-se no Filho. Quando ele olha para seu Filho ele
gosta, trata com carinho, admira, estima e aprecia o que vê.
2. Filho
de Deus é totalmente divino.
Esta
verdade vai nos livrar de cometermos um erro sobre a primeira. Você deve
concordar com a afirmação de que Deus tem prazer em seu Filho mas talvez cometa
o erro de pensar que o Filho é, meramente, um homem extraordinariamente santo
que o Pai adotou como Filho porque deleitava-se muito nele.
Mas
Colossenses 2:9 nos dá uma perspectiva muito diferente das coisas. “Em Cristo
habita corporalmente toda a plenitude da divindade.” O Filho de Deus não é
meramente um homem escolhido. Ele tem a plenitude da divindade nele.
E
Colossenses 1:19 relaciona isso com o prazer de Deus: “Toda a plenitude [da
divindade] agradou-se em habitar nele.” Ou você poderia dizer (com a NVI), “Foi
do agrado de Deus que nele habitasse toda a [sua] plenitude.” Em outras
palavras, Deus teve prazer em fazer isso. Deus não olhou para o mundo a fim de
achar um homem que se qualificaria para seu deleite para daí adotá-lo como seu
Filho. Ao contrário, o próprio Deus tomou a iniciativa de colocar sua plenitude
em um homem no ato da incarnação. Ou nós poderíamos dizer que ele tomou a
iniciativa de cobrir a plenitude de sua própria divindade com a natureza
humana. E Colossenses 1:19 diz que foi do seu agrado fazê-lo. Foi o seu prazer
e deleite.
Nós
podemos tender a dizer que Deus não encontrou um Filho que o agradasse, mas ele
fez um Filho que o agradasse. Mas isto também induziria a um erro porque esta
plenitude da divindade, que agora habita corporalmente (Colossenses 2:9) em
Jesus, já existia de forma pessoal antes que ele tomasse a naturaza humana em
Jesus. Isto nos leva adiante na Divindade e à afirmação 3.
3. O
Filho em que Deus se deleita é a imagem eterna e reflexão de Deus e é, por
conseguinte, o próprio Deus.
Aqui em
Colossenses 1:15 Paulo diz,
Ele é a
imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação [isto é, aquele que
tem a posição exaltada de Filiação divina sobre toda a criação, como mostra a
próxima frase], pois nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra.
O Filho é
a imagem do Pai. O que isto significa? Antes de dizermos, vamos considerer
outras designações similares.
Hebreus
1:3 diz do Filho,
O Filho é
o resplendor da glória de Deus e a expressão exata do seu ser, sustentando
todas as; coisas por sua palavra poderosa.
Em
Filipenses 2:6 Paulo diz,
Embora
sendo Deus (ou embora existindo na forma de Deus), não considerou que o ser
igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo
a ser servo.
Então, o
Filho em quem Deus se deleita é sua própria imagem; é o resplendor da sua
própria glória; é a expressão exata do seu ser; existe na forma de Deus; e é
igual a Deus.
Logo, nós
não devemos ficar surpresos quando o apóstolo João, em João 1:1, diz:
No
princípio era aquele que é a Palavra. Ele estava com Deus, e era Deus.
Seria um
grande erro dizer que o Filho de quem Deus se agrada foi feito ou criado na
incarnação ou em qualquer tempo. “No princípio era aquele que é a Palavra. Ele
estava com Deus, e era Deus.” Pelo mesmo tempo em que existe Deus, tem existido
a Palavra de Deus, o Filho de Deus, que tomou a natureza humana em Jesus
Cristo.
Agora nós
podemos ter uma melhor idéia de o que a Bíblia quer dizer quando o chama de a
imagem ou resplendor ou expressão exata ou forma de Deus que é igual a Deus.
Por toda
a eternidade até hoje a única realidade que sempre existiu é Deus. Isto é um
grande mistério, porque é muito difícil para nós pensarmos em Deus não tendo
uma origem, apenas estando lá para todo o sempre sem nada ou ninguém tendo
feito com que ele lá estivesse – uma realidade absoluta à qual cada um de nós
deve ajustar-se, goste ou não.
A Bíblia
ensina que esse Deus eterno tem tido por todo o sempre:
·
uma
imagem perfeita de si mesmo;
·
uma
reflexão perfeita de sua essência;
·
um
perfeito estigma ou impressão de sua natureza;
·
uma
perfeita forma ou expressão da sua glória.
Nós
estamos no limite do inefável aqui, mas talvez nós possamos ousar dizer a
seguinte grandeza: Deus tem, por todo o sempre, sendo Deus, tido consiência de
si mesmo, e a imagem que ele tem de si mesmo é tão perfeita e tão completa e
abundante assim como é a reprodução (criação) viva e pessoal dele mesmo. E esta
imagem ou reflexão ou forma viva e pessoal de Deus é Deus, a saber, Deus Filho.
E, logo, Deus Filho é co-eterno com Deus Pai e igual em essência e glória.
4. O
Prazer de Deus em seu Filho é prazer em si mesmo.
Sendo o
Filho a imagem de Deus e o resplendor de Deus e a expressão exata de Deus e a
forma de Deus, igual a Deus e, de fato, sendo Deus, logo, o deleite de Deus no
Filho é deleite em si mesmo. Logo, a alegria fundamental, mais profunda,
primária e original de Deus é a alegria que ele tem em suas próprias perfeições
conforme ele as vê refletidas em seu Filho. Ele ama o Filho e se deleita no
Filho e se alegra no Filho porque o Filho é o próprio Deus.
A
princípio isso soa como vaidade e passa o sentimento de convencimento e
presunção e egoísmo, porque isto é o que seria se algum de nós encontrasse sua
maior e mais profunda alegria olhando-se no espelho. Seriamos vaidosos,
convencidos, presunçosos e egoístas.
Mas por
quê? Porque nós fomos criados para algo infinitamente melhor e mais nobre e
maior e mais profundo que auto-contemplação. O quê? A contemplação e o gozo de
Deus! Qualquer coisa a menos que isso seria idolatria. Deus é o mais glorioso
de todos os seres. Não amá-lo e deleitar-se nele é um grande insulto ao seu
valor.
Mas o
mesmo é verdade para Deus. Como poderia Deus não insultar o que é infinitamente
belo e glorioso? Como poderia Deus não cometer idolatria? Há somente uma
resposta possível: Deus deve amar e deleitar-se em sua própria beleza e
perfeição acima de todas as coisas. Nós fazermos isso em frente ao espelho é a
essência da vaidade. Deus fazer isso em frente ao seu Filho é a essência da
retidão.
Não é a
essência da retidão ser movido por um delite perfeito no que é perfeitamente
glorioso? E não é o oposto da retidão quando nós colocamos nossas maiores
afeições nas coisas de menor ou nenhum valor?
E então,
a retidão de Deus é o infinito zelo e alegria e prazer que ele tem em seu
próprio valor e glória. E se ele, em algum momento, agisse contra essa eterna
paixão por suas próprias perfeições, ele seria iníquo. Ele seria um idólatra.
Nisso
está o maior obstáculo para nossa salvação: pois como poderia esse Deus justo
colocar suas afeições em pecadores como nós? Mas nisso também está o fundamento
da nossa salvação, pois é precisamente a infinita estima que o Pai tem pelo
Filho que faz possível para mim, um pecador perverso, ser amado e aceito no
Filho; porque em sua morte ele restaurou todo o insulto e dano que eu causei à
glória de Deus pelo meu pecado.
Nós
veremos isso vez após vez nas semanas seguintes – como o prazer infinito do Pai
em suas próprias perfeições é a fonte de nossa redenção e esperança e eterna
alegria. Hoje é apenas o começo.
Eu
encerro com a quinta afirmação e aplicação final. Se Scougal está certo – que o
valor e a excelência de uma alma devem ser medidos pelo objeto ( e eu
acrescentaria, pela intensidade) do seu amor – então…
5. Deus é
o mais excelente e digno entre todos os seres.
Por quê?
Porque ele tem amado seu Filho, a imagem de sua própria glória, com energia
infinita e perfeita, por toda a eternidade. Quão gloriosos e felizes têm sido o
Pai, o Filho e o Espírito Santo, juntos, por toda a eternidade!
Que nós
reverenciemos este grande Deus! E que nós abandonemos todos os ressentimentos
insignificantes, todos os prazeres efêmeros e buscas vazias da vida, e
participemos do contentamento que Deus tem na imagem de suas próprias perfeições
– seu Filho. Oremos:
Deus
justo, infinito e eterno, nós confessamos que temos, freqüentemente, o
diminuído e exaltado nós mesmos ao centro das nossas afeições, onde somente
você pertence na imagem de seu Filho. Nós arrependemos e deixamos nossa presunção
e , alegremente, reverenciamos sua felicidade eterna e auto-suficiente na união
da Trindade. E nossa oração, nas palavras de seu Filho (João 17:26), é que o
amor com que você o amou esteja em nós, e ele esteja em nós, para que
participemos dessa relação de alegria e desse oceano de amor para todo o
sempre. Amém.
Por John Piper
19/07/2012
Max Lucado - Frases
“O problema não é que Deus não nos fale,nós é que não o ouvimos.”
Max Lucado
“Precisamos ser pacientes, mas
não ao ponto de perder o desejo; devemos ser ansiosos, mas não ao ponto de não
sabermos esperar” Max Lucado
“Você não pode ser qualquer coisa que desejar ser. Mas pode ser tudo o
que Deus quer que você seja.” Max Lucado
"Precisamos ser pacientes,
mas não ao ponto de perder o desejo; devemos ser ansiosos, mas não ao ponto de
não sabermos esperar." Max Lucado
“há ocasiões em que o coração fica tão duro e os ouvidos tão surdos que
Deus nos deixa sofrer as consequências de nossas escolhas." Max Lucado
“Não sobrecarregue o hoje com os
arrependimentos de ontem nem o estrague com os problemas de amanhã.” Max Lucado
“Perdoe e doe como se fosse sua última oportunidade. Ame como se não
houvesse amanhã, e se houver um amanhã, ame novamente.” Max Lucado
"Meu amor por você
terminara no mesmo dia em que o amor de Deus por você tiver fim." Max
Lucado
"Aquele que é sem pecado tomou forma de pecador para que nós
pecadores, pudéssemos nos tornar santos." Max Lucado
Deus não está tão acima de você
que não possa ser tocado pelas suas lágrimas! Max Lucado
13/07/2012
O Soldado
- Sr. o meu amigo nao volto do campo de batalha, peço permissao para busca-lo!
- Permissao negada! Disse o tenente.
Mas mesmo asim, o soldado volto para busca seu amigo. quando a noite caiu, o soldado chegou todo ferido com seu amigo nos ombros, morto.
Então, o tenente perguntou: Soldado, valeu apena se ferir por um amigo morto?
O soldado de cabeça baixa respondeu: sim senhor! Pois eu pude ouvir suas ultimas palavras q dizia:
- Eu sabia que vc viria. AMIGO !!!!!
Com certeza eu voltaria por vocês
Pr. Bill Hybels - Frases
“Quando um líder parar de aprender, deve parar
de liderar.”
Pr. Bill Hybels, Presidente da Global Leadership Summit
Pr. Bill Hybels, Presidente da Global Leadership Summit
“Seu trabalho dado por Deus não é apenas
presidir sobre alguma coisa, não é mostrar aos seus subordinados o quanto você
é esperto, nem apenas preservar a organização da morte gradual. Seu trabalho é
mover pessoas de um lugar para outro”. Pr. Bill
Hybels.
"Não havendo visão, o
povo perece."
King James Version
Augusto Cury - Frases
"Todos querem o perfume das flores mas poucos
querem pegá-las para cultivar"
Augusto Cury
“Quem é um manual de
regras esta apto a lidar com máquinas e não com pessoas”
Augusto Cury
Augusto Cury
“O amor faz o ser humano ser capaz de superar os seus limites.
[...]Nós somos rápidos para exigir e lentos para compreender” Augusto Cury
“Uma pessoa é mais jovem emocionalmente quanto mais agradável ela
for” Augusto Cury
“Não tropeçamos nas grandes montanhas, mas nas pequenas pedras” Augusto
Cury
“Não há um normal que não seja anormal; e nenhum anormal que não
seja passível de ser um mestre.!” Augusto Cury
“A vida é uma grande universidade, mas pouco ensina a quem não
sabe ser um aluno...” Augusto Cury
“Os nossos maiores problemas não estão nos obstáculos do caminho,
mas na escolha da direção errada.” Augusto Cury
“Ser feliz não é ter uma vida perfeita. Mas usar as lágrimas para
irrigar a tolerância. Usar as perdas para refinar a paciência. Usar as falhas
para esculpir a serenidade. Usar a dor para lapidar o prazer. Usar os
obstáculos para abrir as janelas da inteligência.” Augusto Cury
“Não é possivel destruir o passado para reconstruir o presente, mas
é possível reconstruir o presente para reescrever o passado” Augusto Cury
“Sem sonhos, a vida não tem brilho.
Sem metas, os sonhos não têm alicerces.
Sem prioridades, os sonhos não se tornam reais. Sonhe, trace
metas, estabeleça prioridades e corra riscos para executar seus sonhos. Melhor
é errar por tentar do que errar por omitir!” Augusto Cury
“A sabedoria de um homem não está em não errar, chorar, se
angustiar e se fragilizar, mas em usar seu sofrimento como alicerce de sua
maturidade.” Augusto
Cury
11/07/2012
Qual Será o Seu Legado
Jonathan Edwards nasceu
em 1703 em Windsor Connecticut. Ele era o único filho homem entre dez
filhas, seu pai, Timothy Edwards era pastor, e sua mãe, Esther Stoddard
era filha de Solomon Stoddard, um famoso reverendo da época.Solomon Stoddard, avô de Edwards, era um Puritano em todo significado da palavra, foi o líder espiritual da cidade de Northampton, Massachusetts por 57 anos.
Dois anos antes de sua morte, seu neto Jonathan Edwards subiu de pastor assistente para pastor.
Jonathan Edwards aprendeu muito com o avô principalmente a importância de trabalhar duro e estudar bastante. Ainda bem novo, Edwards aprendeu a escrever. O pai dele lhe ensinou o latim e outros idiomas como grego e hebraico. Aos seis anos de idade ele já conseguia conjugar os verbos em latim.O domínio destes idiomas lhe ajudaria depois a ser um perito em estudos da Bíblia Sagrada e um mensageiro poderoso da Palavra de Deus. Aos 13 anos de idade, Jonathan Edwards entrou na Faculdade de Yale, e lá estudou teologia. E como aquele garoto amava estudar. Ele freqüentemente passava 14 horas por dia estudando sobre a Palavra de Deus.
Em 1720, Edwards se formou em Yale, como o primeiro de sua classe. E começou cedo na carreira pastoral. Edwards lutou para resgatar o significado de verdadeira revivificação cristã. Sua geração foi a segunda geração dos Puritanos. A primeira geração tinha trabalhado duro e sido muito diligente para semear a semente do evangelho e fazer da América um lugar no alto da Colina, onde fossem resgatadas muitas vidas para o Senhor.
Mas agora, a segunda geração tinha perdido muito seu desejo espiritual. Eles tinham perdido a vontade e o zelo necessários para continuar a expansão do reino de Deus. Assim Edwards começou uma de suas séries de sermões, com muita oração para acordar a congregação sonolenta que tinha se envolvido demais com seus próprios negócios e suas próprias vidas, deixando em segundo lugar a vontade de Deus, se preocupando mais com sua vida cotidiana do que com Cristo e seu reino. Em 1731, Edwards pregou a mensagem: " Deus se glorificou na dependência do homem.'' Nisto, ele atacou o liberal argumento, que pecado somente era uma condição de ignorância. Ele acreditava que o pecado humano era uma inimizade inerente contra Deus e que a salvação significava uma mudança de coração.
Esta mensagem desafiou os cristãos a procurarem em seus corações seus mais íntimos pecados e se arrepender de cada um deles. Sem dúvida Edwards foi um grande homem de Deus que muito colaborou, direta e indiretamente, para o reavivamento bíblico, e para que hoje eu e você possamos conhecer a Palavras de Deus e seu significado.
Contudo, em nenhuma área Edwards foi mais bem sucedido do que em seu papel como pai. Edwards e sua esposa Sarah tiveram onze filhos. Apesar de um horário de trabalho rigoroso que incluía acordar às 4:30 da manhã ler e escrever em sua biblioteca, viagens extensas, e reuniões administrativas infinitas, ele fazia questão de dedicar muito de seu tempo aos seus filhos.
Apesar de sua vida agitada, Edwards se comprometeu a passar pelo menos uma hora por dia com eles, principalmente lhes ensinando princípios cristãos.
E se ele perdesse um dia porque estava viajando, acumularia essas horas e as passaria com os filhos quando voltasse.Sem dúvida Edwards deixou um importante legado aos seus filhos, assim como seu avô havia deixado para seu pai, e seu pai deixará para ele.
O dicionário Aurélio nos diz que legado é um valor previamente determinado, ou objetos previamente individuados, que alguém deixa a outrem. E o principal legado que Edwards deixou a seus filhos foram seus princípios cristãos.
Recentemente, o estudante Benjamim B. Warfield de Princeton encontrou, depois de muitas pesquisas, 1.394 descendentes conhecidos de Edwards. E nessa pesquisa podemos constatar o maravilhoso legado que Edwards deixou aos seus descendentes através de sua vida cristã. Dos 1.394 descendentes de Edwards:
Jonathan Edwards aprendeu muito com o avô principalmente a importância de trabalhar duro e estudar bastante. Ainda bem novo, Edwards aprendeu a escrever. O pai dele lhe ensinou o latim e outros idiomas como grego e hebraico. Aos seis anos de idade ele já conseguia conjugar os verbos em latim.O domínio destes idiomas lhe ajudaria depois a ser um perito em estudos da Bíblia Sagrada e um mensageiro poderoso da Palavra de Deus. Aos 13 anos de idade, Jonathan Edwards entrou na Faculdade de Yale, e lá estudou teologia. E como aquele garoto amava estudar. Ele freqüentemente passava 14 horas por dia estudando sobre a Palavra de Deus.
Em 1720, Edwards se formou em Yale, como o primeiro de sua classe. E começou cedo na carreira pastoral. Edwards lutou para resgatar o significado de verdadeira revivificação cristã. Sua geração foi a segunda geração dos Puritanos. A primeira geração tinha trabalhado duro e sido muito diligente para semear a semente do evangelho e fazer da América um lugar no alto da Colina, onde fossem resgatadas muitas vidas para o Senhor.
Mas agora, a segunda geração tinha perdido muito seu desejo espiritual. Eles tinham perdido a vontade e o zelo necessários para continuar a expansão do reino de Deus. Assim Edwards começou uma de suas séries de sermões, com muita oração para acordar a congregação sonolenta que tinha se envolvido demais com seus próprios negócios e suas próprias vidas, deixando em segundo lugar a vontade de Deus, se preocupando mais com sua vida cotidiana do que com Cristo e seu reino. Em 1731, Edwards pregou a mensagem: " Deus se glorificou na dependência do homem.'' Nisto, ele atacou o liberal argumento, que pecado somente era uma condição de ignorância. Ele acreditava que o pecado humano era uma inimizade inerente contra Deus e que a salvação significava uma mudança de coração.
Esta mensagem desafiou os cristãos a procurarem em seus corações seus mais íntimos pecados e se arrepender de cada um deles. Sem dúvida Edwards foi um grande homem de Deus que muito colaborou, direta e indiretamente, para o reavivamento bíblico, e para que hoje eu e você possamos conhecer a Palavras de Deus e seu significado.
Contudo, em nenhuma área Edwards foi mais bem sucedido do que em seu papel como pai. Edwards e sua esposa Sarah tiveram onze filhos. Apesar de um horário de trabalho rigoroso que incluía acordar às 4:30 da manhã ler e escrever em sua biblioteca, viagens extensas, e reuniões administrativas infinitas, ele fazia questão de dedicar muito de seu tempo aos seus filhos.
Apesar de sua vida agitada, Edwards se comprometeu a passar pelo menos uma hora por dia com eles, principalmente lhes ensinando princípios cristãos.
E se ele perdesse um dia porque estava viajando, acumularia essas horas e as passaria com os filhos quando voltasse.Sem dúvida Edwards deixou um importante legado aos seus filhos, assim como seu avô havia deixado para seu pai, e seu pai deixará para ele.
O dicionário Aurélio nos diz que legado é um valor previamente determinado, ou objetos previamente individuados, que alguém deixa a outrem. E o principal legado que Edwards deixou a seus filhos foram seus princípios cristãos.
Recentemente, o estudante Benjamim B. Warfield de Princeton encontrou, depois de muitas pesquisas, 1.394 descendentes conhecidos de Edwards. E nessa pesquisa podemos constatar o maravilhoso legado que Edwards deixou aos seus descendentes através de sua vida cristã. Dos 1.394 descendentes de Edwards:
3 se tornaram presidentes de universidades,
3 senadores dos Estados Unidos
30 juizes
100 advogados
60 médicos
65 professores de universidades
75 oficiais de exército e marinha
100 pregadores e missionários
60 escritores de destaque
1 vice-presidente dos Estados Unidos
80 altos funcionários públicos,
250 formados em universidades, entre eles governadores de Estados e diplomatas enviados a outros países.
Os descendentes de Jonathan Edwards não custaram ao Estado um dólar.Por outro lado, Benjamim B. Warfield também pesquisou a vida de Max Jukes, um famoso ateu, contemporâneo a Edwards, o qual freqüentemente atacava os discursos, a ideologia e as pregações de Edwards. Max Jukes, o ateu, viveu uma vida ímpia, casou-se com uma jovem ímpia, e também deixou um legado para seus descendentes, da descendência dessa união entre Jukes e sua esposa, pesquisada por Benjamim, constatou-se que de todos seus descendentes encontrados:
310 morreram como indigentes.
150 foram criminosos, sendo 78 assassinos
100 eram alcoólatras
Mais da metade das mulheres, prostitutas
Os 540 descendentes de Jukes custaram ao Estado 1.250.000 dólares.
A história de Jonathan Edwards é um exemplo do que alguns sociólogos chamam a "regra das cinco gerações." Como um pai cria seus filhos e o amor que eles dão, os valores que ensinam, o ambiente emocional que oferecem, a educação que provêem, não só influencia seus filhos, mas as quatro gerações seguintes. Em outras palavras, o que os pais fazem pelos seus filhos permanecerá pelas próximas cinco gerações.O exemplo de Jonathan Edwards nos mostra a importância de deixarmos esse legado cristão aos nossos filhos.
Mas a teoria das cinco gerações trabalha de ambos os modos. Se não nos esforçarmos para sermos bons pais e transmitirmos princípios cristãos, nossa negligência pode infestar gerações. Considere o caso de Max Jukes.Max Jukes teve problemas com a bebida, que o impediu de manter um trabalho fixo. Também o impediu de demonstrar muita preocupação pela esposa e os filhos. Claro que isto não significa que as pessoas simplesmente são um produto direto de seus pais, ou que seu futuro está determinado pela sua descendência.
Houve muitos que descenderam de homens como Jukes e superaram grandes obstáculos para ter sucesso. Outros só vieram de casas amorosas como Edwards e causaram grandes problemas. Mas estas são as exceções, não a regra.
As histórias de Jonathan Edwards e Max Jukes oferecem lições poderosas sobre o legado que nós deixaremos como pais. Daqui a cinco gerações é bem provável que as nossas realizações profissionais serão esquecidas. Na realidade, nossos descendentes podem pouco saber sobre nós ou nossas vidas.Mas o modo como somos pais hoje e princípios que transmitimos afetarão diretamente não só nossos filhos, mas também nossos netos, bisnetos e as gerações que se seguem.
Como dizia Edwards: Deus fez todas as coisas com um propósito, e Deus também tem um propósito para todos nós, Nenhum homem vive em vão,todos nós deixaremos um legado. Qual será o seu?
A história de Jonathan Edwards é um exemplo do que alguns sociólogos chamam a "regra das cinco gerações." Como um pai cria seus filhos e o amor que eles dão, os valores que ensinam, o ambiente emocional que oferecem, a educação que provêem, não só influencia seus filhos, mas as quatro gerações seguintes. Em outras palavras, o que os pais fazem pelos seus filhos permanecerá pelas próximas cinco gerações.O exemplo de Jonathan Edwards nos mostra a importância de deixarmos esse legado cristão aos nossos filhos.
Mas a teoria das cinco gerações trabalha de ambos os modos. Se não nos esforçarmos para sermos bons pais e transmitirmos princípios cristãos, nossa negligência pode infestar gerações. Considere o caso de Max Jukes.Max Jukes teve problemas com a bebida, que o impediu de manter um trabalho fixo. Também o impediu de demonstrar muita preocupação pela esposa e os filhos. Claro que isto não significa que as pessoas simplesmente são um produto direto de seus pais, ou que seu futuro está determinado pela sua descendência.
Houve muitos que descenderam de homens como Jukes e superaram grandes obstáculos para ter sucesso. Outros só vieram de casas amorosas como Edwards e causaram grandes problemas. Mas estas são as exceções, não a regra.
As histórias de Jonathan Edwards e Max Jukes oferecem lições poderosas sobre o legado que nós deixaremos como pais. Daqui a cinco gerações é bem provável que as nossas realizações profissionais serão esquecidas. Na realidade, nossos descendentes podem pouco saber sobre nós ou nossas vidas.Mas o modo como somos pais hoje e princípios que transmitimos afetarão diretamente não só nossos filhos, mas também nossos netos, bisnetos e as gerações que se seguem.
Como dizia Edwards: Deus fez todas as coisas com um propósito, e Deus também tem um propósito para todos nós, Nenhum homem vive em vão,todos nós deixaremos um legado. Qual será o seu?
"Bem-aventurado o homem que teme ao Senhor, que em seus mandamentos tem grande prazer... Sua descendência será poderosa na terra; a geração dos justos será abençoada". (Salmos 112.1-2)
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"Os negócios são como uma bicicleta. Ou você continua em movimento, ou cai." Frank Lloyd Wright
"A Fé honra a Deus e Deus honra a Fé" Autor Desconhecido
"Ministério não é só confortar os aflitos; é também afligir os que se acham confortáveis". - Don Hustad


